Investigação e a Entrevista Investigativa

Entrevistar é complexo. Requer aprendizado e prática para garantir que altos padrões sejam alcançados e mantidos.
Uma entrevista não pode ser usada apenas para obter informações sobre uma investigação. Também pode ser usado para fornecer a testemunhas e vítimas informações importantes, por exemplo, sobre procedimentos judiciais, proteção de identidade, medidas especiais, divulgação, intermediários e proteção de testemunhas.
Em qualquer entrevista, é essencial que o investigador haja com profissionalismo e integridade. O seguinte irá apoiar isso.
Estabelecendo uma relação profissional
As pessoas têm mais probabilidade de fornecer informações precisas se confiarem no profissionalismo do entrevistador. O entrevistado deve ser tratado com justiça e de acordo com as diretrizes legislativas. Os entrevistadores não devem permitir que suas opiniões ou crenças pessoais afetem a maneira como lidam com testemunhas, vítimas ou suspeitos.
A importância de ser metódico
Ser metódico ajuda tanto o entrevistador quanto o entrevistado. Planejar, preparar e garantir que o plano de entrevista seja seguido e que as respostas sejam vinculadas fazem parte do processo de ser metódico. O modelo de entrevista PEACE também ajuda.
Estilo pessoal
O estilo é importante porque afeta a motivação do entrevistado para ser preciso e relevante em suas respostas. Estabelecer um relacionamento significa ser genuinamente aberto, interessado e acessível, bem como estar interessado nos sentimentos ou no bem-estar do entrevistado.
Local da entrevista
O ambiente físico pode ter efeito no estabelecimento da relação entre os envolvidos. O entrevistador deve considerar o impacto que o local pode ter sobre si mesmo e sobre o entrevistado, em particular o efeito que a formalidade das salas de entrevista designadas pode ter sobre algumas testemunhas e vítimas.
Lidando com a sugestionabilidade
É quando um entrevistado é influenciado pelo que acredita que o entrevistador quer ou espera que ele diga. As pessoas variam no grau em que são sugestionáveis. Pessoas vulneráveis, pessoas com dificuldades de aprendizagem e crianças, por exemplo, podem ser mais sugestionáveis e requerem proteção especial.

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