Categoria: GDPR

Decisões de Adequação, BCRs e Whitelists: Entendendo Transferências de Dados Transfronteiriços na Era da GDPR

para continuar as relações comerciais com a UE no âmbito do GDPR, muitos países não pertencentes à UE buscaram acordos de adequação nos últimos meses. Os acordos de adequação minimizam consideravelmente a carga regulatória sobre as organizações que precisam transferir dados internacionalmente para realizar negócios. Para obter um acordo de adequação, esses países devem aprovar seus próprios regulamentos de privacidade que correspondam de maneira suficiente aos requisitos do GDPR. Atualmente, a Comissão Europeia reconheceu 11 países ou territórios, incluindo Argentina, Israel, Nova Zelândia e Japão , como fornecendo proteção de dados adequada.

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Perguntas e respostas sobre o GDPR

Em um webinar sobre o novo regulamento da UE GDPR (General Data Protection Regulation), regulamento que afeta todas as empresas e instituições públicas da União Europeia, bem como empresas estrangeiras que operam na EU, a empresa Safetica recebeu e respondeu diversas perguntas sobre o tema.

Dada a semelhança entre a GDPR e a LGPD Lei Geral de Proteção de Dados, podemos analisar o questionário e adequar ao cenário brasileiro.

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Como a LGPD poderá afetar o seu negócio

É fato que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) trará mudanças significativas ao nosso modo de tratar a segurança dos dados, bem como é fato que isso gerará um impacto na forma como tratamos esses dados. Diversas medidas precisarão ser tomadas para melhorar a segurança e o tratamento dos dados pessoais, seja pela implementação de normas como a ISO 27001 ou PCI-DSS, ou ainda, pela criação de políticas internas e gestão.
Com isso é possível identificar prontamente alguns pontos de grande atenção em relação às mudanças na vida das organizações, esses pontos certamente irão gerar algum tipo de impacto para as empresas independentemente do porte. Entre os impactos que deverão afetar as empresas estão: a forma como coletamos os dados, custos em recursos humanos, custos em conformidade, gestão de dados, relação com o cliente, entre outros.

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Usando computação forense para investigar roubo de dados por funcionários

Funcionários que saem têm um senso de propriedade sobre os dados que eles copiam. A propriedade intelectual comumente roubada inclui listas de clientes, fórmulas secretas, código-fonte, documentos estratégicos e outros segredos comerciais. As informações costumam ser usadas contra a organização quando o ex-funcionário vai trabalhar para um concorrente ou decide abrir uma nova empresa.
Quando surgem suspeitas de roubo de dados por funcionários, é importante contratar um perito em computação forense para realizar uma aquisição do material para análise, a fim de preservar os dados eletrônicos e descobrir evidências importantes.

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RIPD e DPIA, o que são e quando usar

Para a LGPD o que diz respeito ao Relatório de Impacto à Proteção aos Dados (RIPD), de acordo com o inciso XVII do artigo 5º, que faz alusão a esse relatório como sendo a “documentação do controlador que contém a descrição dos processos de tratamento de dados pessoais que podem gerar riscos às liberdades civis e aos direitos fundamentais, bem como medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco”.
Tanto a DPIA (Data Protection Impact Assessment) na GDPR ou RIPD (Relatório de Impacto à Proteção de Dados) da LGPD, podemos pensar em soluções iniciais, já que as leis são muito próximas visto que a LGPD foi baseada na GDPR. Portanto, para iniciar um Relatório de Impacto à Proteção de Dados ou RIPD, devemos ter em mente alguns pontos importantes como, catalogar todo o tipo de tratamento de dados que a empresa realiza, verificar quais tratamentos representam risco aos titulares dos dados.

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