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Como a LGPD poderá afetar o seu negócio

É fato que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) trará mudanças significativas ao nosso modo de tratar a segurança dos dados, bem como é fato que isso gerará um impacto na forma como tratamos esses dados. Diversas medidas precisarão ser tomadas para melhorar a segurança e o tratamento dos dados pessoais, seja pela implementação de normas como a ISO 27001 ou PCI-DSS, ou ainda, pela criação de políticas internas e gestão.
Com isso é possível identificar prontamente alguns pontos de grande atenção em relação às mudanças na vida das organizações, esses pontos certamente irão gerar algum tipo de impacto para as empresas independentemente do porte. Entre os impactos que deverão afetar as empresas estão: a forma como coletamos os dados, custos em recursos humanos, custos em conformidade, gestão de dados, relação com o cliente, entre outros.

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RIPD e DPIA, o que são e quando usar

Para a LGPD o que diz respeito ao Relatório de Impacto à Proteção aos Dados (RIPD), de acordo com o inciso XVII do artigo 5º, que faz alusão a esse relatório como sendo a “documentação do controlador que contém a descrição dos processos de tratamento de dados pessoais que podem gerar riscos às liberdades civis e aos direitos fundamentais, bem como medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco”.
Tanto a DPIA (Data Protection Impact Assessment) na GDPR ou RIPD (Relatório de Impacto à Proteção de Dados) da LGPD, podemos pensar em soluções iniciais, já que as leis são muito próximas visto que a LGPD foi baseada na GDPR. Portanto, para iniciar um Relatório de Impacto à Proteção de Dados ou RIPD, devemos ter em mente alguns pontos importantes como, catalogar todo o tipo de tratamento de dados que a empresa realiza, verificar quais tratamentos representam risco aos titulares dos dados.

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