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O que é engenharia social?

A engenharia social pode ser definida como qualquer ato que influencie alguém a tomar uma ação que pode ou não ser do seu interesse. Engenharia social nem sempre envolve truques ou enganos. Em vez disso, trata-se mais de como conduzimos nossas interações sociais diariamente. Trata-se de como nos comunicamos, conversamos e passamos nosso ponto de vista para pessoas com quem interagimos.Tenha em mente que é vital que o engenheiro social se torne parte da mesma “tribo” que o alvo. Uma tribo pode envolver um local de trabalho, crenças, roupas, música — qualquer coisa que faz com que as pessoas se juntem a um grupo. Uma vez que isso ocorra, coletar informações ou obter acesso é muito mais simples.

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Neurobiologia da Psicopatia: Emoções e Interações

A pesquisa contemporânea sugere que as emoções na psicopatia são marcadas por uma atenuação significativa, influenciada diretamente por discrepâncias nos volumes e na atividade de regiões cerebrais vitais, como as regiões frontais e temporais e, mais especificamente, a amígdala. Estes achados foram rigorosamente documentados por estudiosos como Fallon (2013) e Raine (2013), que associam estas anormalidades com a notória falta de remorso e dificuldades na formação de conexões emocionais autênticas entre psicopatas. Adicionalmente, Ginot (2015) expande essa discussão ao integrar conceitos de desconexão entre o estado emocional interno e as expressões comportamentais externas, enfatizando como a regulação emocional inadequada pode obstar o desenvolvimento de uma consciência ética e moral robusta.

Neurobiologia da Psicopatia: Emoções e Interações

A pesquisa contemporânea sugere que as emoções na psicopatia são marcadas por uma atenuação significativa, influenciada diretamente por discrepâncias nos volumes e na atividade de regiões cerebrais vitais, como as regiões frontais e temporais e, mais especificamente, a amígdala. Estes achados foram rigorosamente documentados por estudiosos como Fallon (2013) e Raine (2013), que associam estas anormalidades com a notória falta de remorso e dificuldades na formação de conexões emocionais autênticas entre psicopatas. Adicionalmente, Ginot (2015) expande essa discussão ao integrar conceitos de desconexão entre o estado emocional interno e as expressões comportamentais externas, enfatizando como a regulação emocional inadequada pode obstar o desenvolvimento de uma consciência ética e moral robusta.

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RH – LEADERSHIP, O LÍDER, A LIDERANÇA EFICAZ E OS MITOS SOBRE LIDERANÇA

No contexto empresarial contemporâneo, a liderança é frequentemente vista como um fator decisivo para o sucesso organizacional. As teorias de liderança têm evoluído significativamente ao longo dos anos, passando da glorificação de traços heróicos individuais para uma compreensão mais nuanceada que reconhece as complexas interações entre líderes e seus grupos. Neste artigo, exploramos as dimensões multifacetadas da liderança, destacando as contribuições de James MacGregor Burns e Don Forsyth, que desafiam as concepções tradicionais e introduzem perspectivas que consideram a ética, os valores e as dinâmicas grupais como elementos centrais na eficácia da liderança.
Este artigo explora essas teorias, discutindo como elas se aplicam no contexto empresarial moderno e como podem informar práticas de liderança que promovam não apenas o sucesso organizacional, mas também o bem-estar e o desenvolvimento dos indivíduos. Ao fazer isso, buscamos fornecer insights valiosos para líderes atuais e futuros que aspiram a cultivar ambientes de trabalho mais dinâmicos, éticos e colaborativos.

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Chief Information Security Officer – CISO

O CISO é responsável por desenvolver a política de segurança da informação, conduzir avaliações de risco, desenvolver processos para gerenciamento de riscos, gestão de vulnerabilidades, gestão de incidentes, gestão de identidade e acesso, conscientização e treinamento em segurança, gestão de riscos de terceiros e gestão de conformidade, além de informar o comitê diretivo e o conselho de diretores sobre incidentes e novos ou alterados riscos​​.

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Ética e Moral, Honestidade e Desonestidade

Esta resenha se dedica a tecer as conexões entre essas obras influentes, destacando as contribuições de cada autor para o entendimento das nuances da conduta ética e moral.

A intersecção entre ética e moral, especialmente no contexto da honestidade e desonestidade, oferece um campo fértil para a exploração no estudo da psicologia e do comportamento humano. Esta resenha busca estabelecer conexões entre as obras “A (Honesta) Verdade Sobre a Desonestidade: Como Mentimos Para Todo Mundo, Especialmente Para Nós Mesmos”, de Dan Ariely, e “Making Moral Judgments: Psychological Perspectives on Morality, Ethics, and Decision-Making”, de Donelson R. Forsyth, delineando um quadro compreensivo das dinâmicas psicológicas subjacentes à formação de julgamentos morais e à prática da honestidade versus desonestidade.

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O Complexo Industrial do Autismo: Como Branding, Marketing e Investimento de Capital Transformaram o Autismo em um Grande Negócio

Recentemente tive contato com um livro bastante interessante, intitulado “The Autism Industrial Complex: How Branding, Marketing, and Capital Investment Turned Autism Into Big Business” que aborda a complexa interseção entre o autismo e o capitalismo neoliberal, destacando como a condição foi transformada em uma arena lucrativa para empresas, organizações sem fins lucrativos e profissionais de saúde. A autora, Alicia A. Broderick, mergulha profundamente na ideia de que o autismo, uma vez considerado primariamente uma questão de saúde e educação, agora é visto como uma oportunidade de mercado. Ela examina meticulosamente como a branding, o marketing e os investimentos de capital têm moldado a percepção pública do autismo, influenciando tanto o financiamento de pesquisas quanto as opções de tratamento disponíveis para indivíduos autistas e suas famílias. Este livro não apenas revela o “Complexo Industrial do Autismo” como uma entidade florescente dentro da sociedade contemporânea, mas também questiona a ética de lucrar com uma condição que afeta de forma tão variada a vida de muitas pessoas, promovendo uma reflexão crítica sobre as melhores práticas para apoiar a comunidade autista de maneira ética e sustentável.

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Serviço de Contrainteligência e a possível garantia da integridade e lisura nos atos dos servidores públicos

A contrainteligência, não é apenas uma ferramenta defensiva na proteção contra espiões e agentes estrangeiros; ela é, igualmente, uma força construtiva na edificação de uma estrutura governamental resiliente, transparente e responsável. Ao assegurar que os processos de recrutamento e formação de servidores em órgãos de segurança e inteligência sejam impregnados com valores éticos e morais, a contrainteligência eleva-se a um imperativo estratégico. Esse imperativo não somente melhora a operacionalidade das instituições, mas também reafirma a legitimidade e a confiança na capacidade destas de enfrentar os desafios contemporâneos à segurança e à governança.

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